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TELESPAZIO NOVA OPERADORA

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Telespazio prepara entrada no mercado brasileiro de banda larga residencial
 Além da ampliação da atuação dos players que já estão ofertando capacidade no mercado brasileiro, o Congresso Latinoamericano de Satélites trouxe detalhes sobre a entrada de novos operadores no mercado.

A grande novidade é a chegada da Telespazio, multinacional italiana do setor de satélite mas que até aqui vinha se mantendo fora da exploração do mercado brasileiro como operadora. Segundo Marzio Laurenti, diretor da Telespazio do Brasil, a empresa tem interesse em adquirir uma posição orbital brasileira para entrar em operação no país até o começo de 2016. Caso o processo de outorga de novas posições orbitais demore, é provável que a Telespazio entre com uma posição estrangeira mesmo.
Segundo Laurenti, até aqui a operadora vinha se focando em um mercado de nicho, o de defesa, mas agora tem planos para um satélite em banda Ka de média capacidade em banda Ka  com 50 Gbps de capacidade de tráfego. Segundo o executivo, ainda estão sendo analisados os detalhes da configuração dos spots, mas a ideia é oferecer cobertura de regiões metropolitanas de grandes e médias cidades que tenham oferta insatisfatória de banda larga e que respondam bem a uma oferta de 10 Mbps ou 20 Mbps.
"Com certeza não vamos atuar diretamente, mas teremos uma parceria com quem conhece o mercado de consumo. E temos uma parceria sendo negociada. Não vamos ficar apenas em um satélite", diz Laurenti, sem revelar o nome do provável parceiro no Brasil. Na argentina, diz ele, será a Telecom Itália, que tem uma operação de telefonia fixa naquele país.  Nos planos da Telespazio estão chegar a até 2 milhões de clientes residenciais.
O3b
Já a O3b tem uma proposta diferente que está cada vez mais perto de se tornar realidade. A operadora oferecerá uma solução de satélites em órbita média a partir do primeiro semestre de 2013, com capacidade voltada sobretudo para backhaul com capacidade de 100 Mbps a 1 Gbps. Segundo Omar Truillo, principal executivo da operadora para o Brasil, A O3b terá  8 gateways globais, sendo três  para as  américas e um especificamente no Brasil.
A empresa tem entre seus acionistas a SES, que cuidará do centro de operação.
"Queremos  muito  oferecer capacidade de backhaul celular, o que ainda não é uma realidade no mercado hoje, e achamos que nossa solução permite um modelo com menos latência para que se trabalhe bem com 3G".
O projeto é voltado apenas para o mercado empresarial e para outras operadoras, pois como o satélite é de órbita média, ele precisa de estações capazes de rastrear satélites em movimento, que hoje custam cerca de US$ 40 mil.
Os projetos da Telespazio e da O3b foram apresentados durante o Congresso Latino-americano de Satélites.

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